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Como devem os conservadores responder ao desafio populista?

O meu objectivo não é o de condenar liminarmente o populismo, e ainda menos deixar os seus adversários elitistas de fora, mas sim o de destacar os impulsos conformistas e colectivistas inerentes ao populismo - a todo o populismo - e sugerir que os conservadores estejam atentos a estas tendências.

Há mais de dois anos que os Estados Unidos vivem no equivalente político a uma erupção vulcânica. O volume de cinza vulcânica que esta gerou – sob a forma de cobertura mediática, publicações em blogues e tweets – tem sido avassalador. Nestas circunstâncias tumultuosas, é difícil pensar com clareza acerca da nossa condição. Ainda assim, temos que tentar.

Antes de mais, uma breve definição de conceitos. Por “conservadores”, no seguinte ensaio, referir-me-ei principalmente aos conservadores americanos que cresceram sob, ou foram um produto do movimento conservador político e intelectual que se desenvolveu na era de William F. Buckley Jr. e Ronald Reagan. Por outras palavras, aqueles conservadores que, até bastante recentemente, ocuparam o movimento conservador convencional. Por “populismo”, referir-me-ei simplesmente a um fenómeno recorrente na política americana, definido de forma concisa como a revolta das pessoas comuns contra elites prepotentes e egoístas.

Posições populistas – caracterizadas pela celebração da virtude das pessoas comuns e falta de confiança nos chamados “melhores” – não são novidade na história americana. De facto, tais impulsos podem ser uma característica de todas as sociedades democráticas, governadas como são, em princípio, pelo sufrágio universal e por divisão do trabalho entre os governadores e os governados. Estas posições dão à vida política diária uma espécie de pano de fundo – uma corrente de murmúrios nas conversas políticas que estão em curso.

 

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