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Pensamentos sobre o Estado-Nação

Assim sendo, como combinar a força e a justiça, e evitar que a justiça degenere em disputa?

Vivemos num mundo imperfeito; ou, para ser mais preciso, somos seres imperfeitos. Como escreve Hans Sachs, no seu grande monólogo acerca do Die Meistersinger de Wagner, ao longo da história e em todos os tempos ‘as pessoas atormentam-se e esfolam-se mutuamente numa raiva inútil insensata, até sangrarem... levados a fugir, cada um pensa estar a caçar; se não ouve a sua própria dor ao escavar a sua própria carne, pensa que está a dar prazer a si próprio...’ Ao olhar para o mundo em 2018, é difícil de sustentar que o tormento e o esfolar mútuo não são traços inerradicáveis do comportamento e da vida humana. Ao longo da história: não nos encontramos subitamente numa era em que a natureza humana é muito diferente daquilo que tem sido. Podem ser apontadas melhorias, certamente, mas muito recentemente, em Junho de 2018, o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados apontou que há actualmente mais refugiados e pessoas deslocadas por razões predominantemente políticas/ militares do que alguma vez na história (cerca de 68.5 milhões).

 

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